Imprensa Sindical por Val Gomes

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Ser jornalista

 

Já escrevi pra revistas da editora Globo sobre Psicologia e Família e da editora Abril sobre Arquitetura e Construção. Já fiz jornalismo empresarial para a Honda, o PlayCenter, a Coca-Cola e outras empresas.

Posso escrever sobre esporte, política, cultura e arte, entre outros setores. Ser jornalista é tanto ter conhecimentos gerais (fruto de muitas leituras) quanto ser especialista em um tema. São vários os caminhos.

Ganhei um prêmio nacional de roteiro de rádio, promovido pela Funtevê/Roquette Pinto, com o trabalho O Panorama da MPB nos Anos 1960, programa produzido pela Rádio MEC do Rio de Janeiro.

Neste momento, por exemplo, participo com muito orgulho, dedicação e gratificação, com outros 4 jornalistas da área sindical, altamente qualificados, de um trabalho de pesquisa sobre *Arte e Cultura* nos 200 anos de Independência do Brasil.

Agora, prestem atenção. Ser jornalista no segmento sindical não é algo menor na comunicação social. Aliás, um dos principais focos da ECA (Escola de Comunicação e Artes) da USP, a melhor do País, é *Comunicação e Trabalho*.

E quem tem experiência na área sindical sabe que não é só escrever ou, nos tempos atuais, só alimentar e enaltecer as redes sociais. É fazer isso tudo, mas principalmente saber fazer uma eficiente *Gestão de Comunicação* da entidade como um todo: jornais, boletins, artigos, editoriais, cartazes, folders, revistas, exposições, assessoria de imprensa, releases para a mídia e relações públicas, entre outros inúmeros materiais e práticas.

Profissionais da mídia ou da chamada “grande imprensa” teriam dificuldades em dar conta, logo de cara, destes nossos afazeres de Comunicação Sindical para a classe trabalhadora que defendemos com trabalhos amplos e de qualidade por identidade de classe e desejo de transformação social.

Acredito ser muito injusto depreciar o jornalismo sindical. Quem faz isso age por desconhecimento ou má-fé mesmo.

Val Gomes
Jornalista

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